7 dicas para ser um treinador da superliga masculina de vôlei
Vôlei

7 dicas para ser um treinador da superliga masculina de vôlei

Escrito por Unisport Brasil

Nas últimas décadas, o Brasil acompanhou a ascensão do vôlei como esporte de excelência, graças à caminhada vitoriosa das seleções masculina e feminina, iniciada com a conquista do ouro olímpico em Barcelona 1992 pelos homens.

Desde então, a carreira de treinador da superliga masculina de vôlei passou a ser bastante valorizada por profissionais de Educação Física de todo o país, inspirados pelo exemplo de técnicos de sucesso como Bernardo Rezende, o Bernardinho,

Trata-se de uma oportunidade de especializar-se em um esporte que conquistou a admiração do público de e ampliar a experiência como educador físico para além do espaço da sala de aula ou das academias.

Por isso, no artigo de hoje, vamos apresentar sete dicas essenciais para quem quer se tornar um treinador da superliga masculina de vôlei.

Você vai entender que além de conhecer os fatores técnicos relativos ao esporte, é preciso dar atenção especial às questões relacionadas à motivação e à liderança, dentre outras características de um bom treinador.

Para começar, vamos recordar as principais regras do vôlei. Inclusive, nos últimos anos, foram feitas algumas mudanças, visando a dar mais competitividade e dinamismo às partidas. Confira!

1. Conheça as principais regras

história do vôlei teve início em 1895 e sua prática no Brasil começou nos anos 1900, com os primeiros praticantes do esporte no Recife e em São Paulo.

Trata-se de um esporte jogado por duas equipes de seis jogadores cada, em partidas que duram cinco sets, nas quais vence a equipe que conquistar 25 pontos primeiro em três sets. A exceção do set de 25 pontos é o chamado tie break, set de desempate no qual a partida se encerra quando uma equipe conquista 15 pontos. Além disso:

  • Para vencer um set, é preciso abrir uma diferença mínima de dois pontos, caso haja empate em 24 a 24 ou 14 a 14 (em caso de tie break);
  • Após o apito do juiz, o sacador tem até oito segundos para colocar a bola em jogo pela equipe atacante;
  • A cada ponto conquistado, a equipe que ataca deve fazer um rodízio no posicionamento dos seus jogadores em quadra, antes do novo saque. Depois do saque, os jogadores podem ocupar qualquer posição na quadra;
  • Da recepção ao ataque, cada equipe só pode tocar a bola por três vezes, não sendo computado nessa contagem o toque da bola no bloqueio.

1.1. Entenda os limites do jogo

Todos os jogadores podem atacar, sacar e bloquear, exceto o líbero. Ele usa um uniforme diferente dos demais colegas de equipe e só pode lançar a bola para a quadra adversária com uma manchete ou um toque.

Assim como o líbero, os jogadores que estiverem na posição de defesa não podem atacar ou bloquear, com exceção das jogadas nas quais a bola estiver abaixo da linha superior da rede.

Qualquer toque do jogador na rede é considerado falta (que resulta em ponto para o adversário), assim como a invasão da área de ataque por cima das redes, no momento do bloqueio, antes da equipe adversária atacar.

Embora possa tocar em qualquer parte do corpo dos jogadores, a bola nunca deverá ser conduzida. A condução ou o ato de segurar a bola ao invés de tocá-la implica em falta e ponto para o adversário.

Por fim, ainda que tenha atingido a rede, a bola pode ser recuperada pela equipe e colocada em jogo, desde que se respeite o limite de três toques.

Além de conhecer as principais regras, um treinador da superliga masculina de vôlei precisa dominar bem todos os fundamentos do esporte para, então, planejar as jogadas que levarão seu time à vitória.

1.2 Recorde os fundamentos do vôlei

No vôlei, os jogadores executam seis fundamentos básicos, os quais recordaremos a seguir.

1.2.1. Saque

O saque é o movimento que dá início ao jogo. Partindo de qualquer posição atrás da linha de fundo da quadra, o jogador deve lançar a bola para o campo adversário, sempre entre as duas antenas e acima da rede.

Na atualidade, o saque tem se tornado um fundamento muito importante para o ataque. Para isso, os jogadores buscam o aprimoramento para dificultar ao máximo a recepção do time adversário e conseguir um ponto de saque, o chamado ace.

1.2.2. Recepção

A recepção é uma ação de defesa, que acontece quando um jogador recebe a bola sacada pelo time adversário. O movimento mais utilizado é a manchete, mas a recepção também pode ser feita com toques de mão.

Quando a recepção é precisa e faz a bola chegar perfeitamente ao levantador, o ataque é potencializado, dificultando o bloqueio e a defesa da equipe adversária.

1.2.3. Levantamento

O levantamento é o movimento que antecede o ataque. Em uma comparação com o futebol, é o passe que antecede o chute para o gol.

Um levantamento perfeito é aquele que resulta da visão de jogo do levantador, somado à qualidade da recepção, no qual o resultado certamente é um ponto.

1.2.4. Ataque

É o movimento que visa a lançar a bola no chão da quadra adversária, também conhecido como cortada.

Um atacante “matador” é aquele que reúne velocidade, força e precisão em seus movimentos, além de ser capaz de executar as mais variadas jogadas para surpreender o bloqueio e dificultar a defesa adversária.

1.2.5. Bloqueio

O bloqueio é a tentativa de impedir que uma cortada consiga colocar a bola no chão. O movimento exige impulsão e rapidez para antecipar a ação da equipe adversária e frustrar seu ataque.

Como a média de altura dos jogadores brasileiros aumenta a cada ano, o bloqueio é um fundamento de grande importância tática, capaz de fazer toda a diferença em uma partida da superliga masculina.

1.2.6. Defesa

A defesa acontece quando o bloqueio não consegue impedir que a bola cortada chegue à quadra, e visa a impedir que a bola toque o chão.

Além de impedir o ponto, a defesa de um time de alto rendimento prepara o contra-ataque. Por isso, o desempenho do líbero tem cada vez mais importância estratégica.

A excelência no conhecimento de todos os fundamentos do esporte pode fazer toda a diferença no desempenho da equipe. Esse conhecimento pode começar ainda na infância, nas iniciativas de iniciação esportiva.

Por outro lado, ter uma experiência como educador físico na área da iniciação esportiva pode ser extremamente benéfico, também, para a carreira como treinador da superliga masculina de vôlei.

Vamos entender melhor essa questão agora, na próxima seção do nosso artigo.

2. Invista na iniciação esportiva

iniciação esportiva é muito importante para o desenvolvimento motor, emocional e social das crianças e adolescentes, seja enquanto experiência no universo educacional escolar, seja enquanto prática que visa à formação de atletas.

No vôlei, quanto antes a criança tiver contato com os fundamentos do esporte, melhor para o aprimoramento das habilidades e para o desenvolvimento da técnica e do preparo físico que, somados a outros fatores, farão dos pequenos jogadores, grandes atletas.

De fato, os grandes times do esporte no Brasil já realizam um trabalho de excelência em suas escolinhas, despertando dons e preparando os alunos para serem jogadores de alto rendimento na juventude.

Por outro lado, a iniciação esportiva pode ser uma grande oportunidade de aprimoramento também para o educador físico que busca crescer na carreira como treinador da superliga masculina de vôlei.

Ao adentrar o universo do esporte e ter contato com outros treinadores e profissionais, em um ambiente que promove a excelência, o educador físico tem a oportunidade de aprimorar conhecimentos técnicos e desenvolver competências que serão fundamentais para a carreira como técnico de um time profissional.

2.1. Aprimore seus conhecimentos na base

Considerando as diferenças entre a iniciação esportiva e especialização esportiva precoce, bem como seus aspectos negativos e positivos, o educador físico pode extrair vários aprendizados dessas experiências.

Além do conhecimento sobre os fundamentos do vôlei, a experiência na iniciação esportiva pode ajudar o treinador em formação a aprimorar suas habilidades de liderança e motivação e a se familiarizar definitivamente com as regras do esporte.

O raciocínio estratégico, necessário para desenvolver as jogadas e extrair o melhor de cada jogador da equipe também pode ser aprimorado ao longo da experiência na iniciação esportiva.

Outro aprendizado muito importante para quem quer seguir a carreira de treinador da superliga masculina de vôlei é a familiaridade com as novas tecnologias usadas no esporte. Entenda melhor essa questão agora!

3. Fique atento às novas tecnologias

Com o passar dos anos, as ferramentas tecnológicas usadas no vôlei de alto rendimento evoluíram, passando dos canhões de bola e das câmeras VHS para aplicativos e softwares que fornecem diversos dados sobre uma partida online e em tempo real.

O estatístico é o membro da comissão técnica responsável por sistematizar e disponibilizar os dados para o treinador e seus assistentes, que podem fazer as alterações técnicas e táticas durante as competições e os treinos de forma mais assertiva e dinâmica.

Assim, o uso das novas tecnologias no vôlei é importante tanto para aumentar a competitividade de uma equipe, quanto para ajudar cada jogador a desenvolver seu potencial máximo.

Nesse contexto, uma inovação tecnológica que revolucionou as competições nacionais e internacionais de vôlei nos últimos anos é o chamado desafio.

Por meio do monitoramento de várias câmeras de alta resolução espalhadas pelo ginásio, o treinador de cada equipe tem a possibilidade de discordar de uma marcação de ponto feita pelo juiz, solicitando a conferência da imagem em vídeo durante a partida.

3.1. Entenda como funciona o desafio durante uma partida de vôlei

No Brasil, as regras para usar o desafio durante uma partida de vôlei permitem até dois desafios por set para cada equipe, sendo que não é possível recuperar o desafio usado caso a equipe que o solicitou tenha razão no ponto.

É possível solicitar o desafio para conferir marcações de invasão de quadra, bola fora, bola na linha e toque na rede, entre outras jogadas.

As competições nacionais já são beneficiadas por esse recurso desde a temporada 2012/2013, com aprovação dos árbitros, das comissões técnicas e dos próprios jogadores.

Sobretudo, é comum muitos competidores esclarecerem a dúvida mesmo antes do desafio ser solicitado, em uma atitude que mostra fair play e maturidade sobre as questões éticas que envolvem o esporte.

O aprimoramento de uma equipe, nesse sentido, depende bastante da filosofia de treinamento do técnico e de como ele repassa seus valores para os jogadores, como forma de estimular a excelência em todos os sentidos, não apenas no rendimento físico.

Essa é uma dica importante para quem quer ser treinador da superliga masculina de vôlei, conforme você verá na próxima seção do nosso artigo.

4. Desenvolva sua filosofia de treinamento

Ter uma filosofia de treinamento própria, baseada nos valores pessoais, na história de vida e no amor pelo esporte é fundamental para conquistar sucesso como treinador de um time profissional, seja de vôlei ou de qualquer outro esporte coletivo.

Afinal, é necessário que o técnico seja capaz de impactar o comportamento dos atletas no espaço que vai além da quadra, influenciando positivamente a vida de cada jogador e a maneira como eles se relacionam com si mesmos e com o esporte.

Assim, o papel do treinador é ajudar sua equipe a conquistar a excelência em tudo que se propõe a fazer, cultivando valores como determinação, paciência, lealdade e solidariedade, dentre outros.

Para isso, o educador físico deve estar totalmente seguro da carreira que decidiu seguir, sendo que a decisão sobre em qual ramo do esporte especializar-se deve ser tomada com bastante cautela, considerando as preferências pessoais e as tendências do mercado.

A segurança quanto à carreira escolhida permitirá ao treinador ser mais assertivo e inspirar confiança ao longo do trabalho de liderança desenvolvido junto aos atletas da sua equipe, que serão constantemente guiados pelo exemplo do seu líder.

4.1. Tenha segurança na carreira para conquistar confiança

Conquistar a confiança da equipe é o que permitirá ao treinador influenciar cada atleta de maneira positiva em todas as esferas da vida, não apenas dentro das quadras.

É possível ajudar os jogadores a descobrir sonhos, vencer medos, iniciar novos aprendizados e ampliar a experiência como pessoa, o que é extremamente válido para fortalecer o espírito de equipe e a união do time, preparando-o para enfrentar a pressão ao longo da competição.

Adicionalmente, a preparação para enfrentar a pressão de uma competição como a superliga masculina de vôlei começa bem antes da véspera do primeiro jogo, e precisa ser valorizada pelo treinador que pretende conquistar bons resultados junto à sua equipe.

Trata-se da pré-temporada e é sobre esse assunto que falaremos a seguir, na quinta seção do nosso artigo especial. Confira!

5. Otimize a pré-temporada

A pré-temporada é o intervalo de alguns meses que antecede o início da superliga masculina de vôlei.

Trata-se do período no qual o treinador desenvolverá, juntamente com a sua comissão técnica, o cronograma de treinamento para preparar a equipe para a competição, aprimorando as questões técnicas e táticas, o condicionamento físico e a preparação psicológica dos jogadores titulares e reservas.

Nesse momento, é importante dosar os treinos táticos com o trabalho de fortalecimento muscular feito pela equipe de educadores físicos, de modo a evitar lesões e possibilitar o máximo rendimento de cada jogador durante toda a competição, que é longa.

A pré-temporada também é o momento ideal para aprimorar a união e o espírito de equipe dos jogadores.

Com a convivência durante os treinos táticos, palestras e programas de exercício, os jogadores podem se familiarizar com a personalidade de cada companheiro, aprendendo a estabelecer uma ligação mais forte em torno do ideal comum, que é o bom desempenho em quadra e as vitórias na competição.

Para isso, é fundamental que o treinador da superliga masculina de vôlei seja visto pela sua equipe como uma referência de empatia e cordialidade, inspirando a confiança tanto dos jogadores, quanto da comissão técnica.

É sobre essa parceria que falaremos agora!

6. Seja parceiro do seu time

Quando falamos em exercer a liderança sendo parceiro do seu time, não queremos dizer que é preciso abrir mão da referência como a pessoa a quem todos devem seguir e obedecer, aquela que é responsável por conduzir a equipe em todos os momentos.

Trata-se de um tipo de liderança no qual a confiança e o respeito por parte dos jogadores são conquistados por meio de atitudes solícitas, amigáveis e verdadeiras.

Essas atitudes demonstram que o treinador não é alguém melhor que os demais membros da equipe, mas alguém que está numa posição que permite enxergar o que cada um tem de melhor e colocar esses talentos a serviço do crescimento do time na sua totalidade.

Assim, ser parceiro do seu time significa liderar pelo exemplo. Ter exatamente as atitudes que você espera dos seus atletas e dos membros da comissão técnica.

Para ser exemplo, é preciso exercer a empatia e compreender as situações vivenciadas pelos atletas dentro e fora da quadra, sendo capaz de ajudar cada jogador a aprimorar suas habilidades s superar as dificuldades.

Agindo com empatia, você será capaz de ampliar o espaço de escuta, o que é fundamental para que a comunicação flua da melhor maneira possível em todos os momentos, inclusive durante os lances decisivos de uma partida.

Nessas horas críticas, é fundamental manter a calma e saber comunicar exatamente o que se pretende dizer.

6.1. Cultive a comunicação eficiente

A comunicação eficiente fortalece a parceria entre o treinador e seus comandados, de modo que fica mais fácil para todos executarem as tarefas e comportamentos esperados, uma vez que eles sabem exatamente quais são as orientações do seu técnico.

Em suma, ser parceiro do seu time é saber compreender as diferentes experiências e necessidades entre os jogadores e a comissão técnica, desenvolvendo um trabalho que envolva todos na busca da satisfação coletiva em detrimento do crescimento individual.

De fato, incentivar essa parceria é exercer um tipo de liderança que já deixou grandes marcas na história do vôlei brasileiro, por meio do trabalho de grandes treinadores de diversos esportes.

Um dos técnicos brasileiros mais vitoriosos é Bernardo Rezende, o Bernardinho. Com ele, é possível inspirar o aprendizado sobre como ser um treinador da superliga masculina de vôlei e, por isso, vamos encerrar nosso artigo com algumas dicas desse grande profissional. Confira!

7. Inspire-se em dicas de liderança do Bernardinho

Recentemente, Bernardinho despediu-se do comando da seleção brasileira masculina de vôlei, deixando um legado de vitórias incontáveis em diversas competições de altíssimo nível no cenário do vôlei mundial.

Conheça, a seguir, algumas posturas e pensamentos desse líder que podem inspirar sua carreira como treinador da superliga masculina de vôlei.

7.1. Desenvolva a liderança servidora

O líder servidor é aquele que se aproxima do conceito de parceria citado na seção anterior do nosso artigo.

Trata-se de um estilo de liderança que procura compartilhar tanto o trabalho realizado quanto o sucesso conquistado com todos os membros da equipe, inspirando cada um a exercer sua função com generosidade.

Para Bernardinho, o líder servidor é aquele que proporciona continuamente os meios necessários para que os seus atletas desenvolvam o seu potencial máximo e conquistem as mais desafiadoras vitórias.

Para isso, o treinador destaca que é preciso conscientizar a todos da equipe sobre o valor do trabalho coletivo.

7.2. Promova a consciência coletiva

Em sua experiência de vida e como atleta e treinador, Bernardinho percebeu que o líder deve ajudar seu time a perceber que é na união de talentos que está a maior força de uma equipe.

Em outras palavras, as habilidades individuais devem ser trabalhadas de forma a complementarem umas às outras, criando o ciclo positivo de solidariedade e humildade, no qual o objetivo final é sempre o crescimento do grupo, e não de um ou outro atleta.

De fato, a individualidade em excesso apenas atrapalha o desempenho coletivo da equipe, na medida em que cria disputas internas que só empobrecem a experiência do esporte como um todo.

Segundo Bernardinho, cada atleta tem seu brilho próprio, mas é ao jogarem como um time, formando uma constelação de estrelas, que esse brilho se torna maior.

Para manter essa chama acesa, o treinador da superliga masculina de vôlei precisa ser uma fonte constante de motivação, apontando caminhos e possibilidades para chegar à vitória.

7.3. Seja uma fonte constante de motivação

Para ser uma fonte de motivação, é preciso descobrir quais são as forças, as fraquezas, os medos e os sonhos de cada atleta e, então, transformar esse conhecimento em força motivadora, capaz de levar cada jogador a dar um passo a mais quando isso parecer simplesmente impossível.

Para Bernardinho, a determinação e a paixão são dois dos principais gatilhos de motivação, relacionados à essência de cada jogador, que precisa ser descoberta para ser motivada.

Com determinação e paixão é possível desenvolver a crença na própria capacidade, e na capacidade de toda uma equipe, de chegar cada vez mais longe, onde nunca ninguém chegaria se caminhasse sozinho.

É com esse espírito guerreiro e vencedor que chegamos ao final do nosso artigo!

Quer saber mais sobre a carreira de treinador da superliga masculina de vôlei ou sobre as oportunidades de especialização em Educação Física? Deixe sua pergunta aqui nos comentários! 

 

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