Conheça as 10 principais características do mini handebol
Handebol

Conheça as 10 principais características do mini handebol

Escrito por Unisport Brasil

O mini handball é uma modalidade voltada para o público infantil. Nesse esporte existem algumas adaptações do handball “tradicional” que fazem com que a atividade se torne mais simples e mais divertida para a criançada.

Existem modificações na bola que é utilizada em jogo, assim como mudanças no tamanho da quadra e de outras regras que deixam a atividade mais descomplicada para os mais jovens. De uma forma resumida, essa modalidade é uma “simplificação” do esporte praticado por adultos.

Com essas variações nas regras é possível trabalhar o desenvolvimento motor infantil e a sociabilidade, dois aspectos fundamentais para o desenvolvimento e a qualidade de vida de um indivíduo.

A seguir, falaremos sobre as 10 principais características do mini handball para que você consiga entender e aplicar essa modalidade para seus alunos.

Pronto para saber mais a respeito? Continue sua leitura até o final!

1. Não existem restrições quanto ao terreno

Normalmente, o mini-hand é praticado em quadras. Entretanto, o esporte pode acontecer em qualquer terreno que mantenha o tamanho padrão de 20 metros de comprimento e 13 metros de largura.

Lembrando que é imprescindível observar se o local apresenta segurança para a prática esportiva. A grama e a areia, por exemplo, são outros dois terrenos onde o mini handball costuma ser praticado regularmente.

Não se esqueça de orientar sua turma quanto às medidas de segurança. Na grama, não é ideal jogar descalço. E quando o jogo é praticado na areia (como em praias), é recomendável a utilização de protetor solar para evitar queimaduras.

2. Uma partida dura apenas 28 minutos

Uma partida de mini handball dura apenas 28 minutos, divididos em dois tempos de 14 minutos.

Dentro de cada tempo, existem dois períodos de 7 minutos. Entre cada um desses períodos há a inclusão de um pequeno intervalo de descanso de 2 minutos de duração. E entre cada tempo, é adicionado outro período de descanso que deve ter, pelo menos, 5 minutos.

A atividade é leve e faz com que a diversão seja o foco principal, o que é excelente para os mais novos que ainda não estão em busca de competitividade.

3. Não existe placar

Acabamos de falar que a diversão está em primeiro lugar, certo?

Pois bem, saiba que no mini handball não há a utilização de um placar. A contagem de pontos fica por conta dos próprios praticantes.

Essa medida foi adotada para que o esporte seja realmente focado apenas no lazer, sem que haja um vencedor e um perdedor propriamente dito. A busca por melhores resultados fica por conta dos times que estão dentro da quadra!

4. Um árbitro ajuda a orientar a partida

Apesar de não existir placar, saiba que o mini-hand conta com um árbitro dentro da quadra para orientar a partida.

Todas as irregularidades que acontecerem — como uma falta, por exemplo — devem ser prontamente assinaladas pelo árbitro, que ajuda a ensinar mais sobre as regras do esporte e auxilia a brincadeira a se tornar segura e com um bom espírito esportivo.

No caso de dúvidas, o árbitro também é o responsável pelo esclarecimento.

5. A trave é mais baixa

A trave adequada para o mini handball deve ter apenas 1,60 m de altura. Isso garante mais dinâmica no jogo e faz com que ele se torne ligeiramente desafiador, uma vez que com traves mais altas os pequenos goleiros são prejudicados.

Quanto a largura, ela permanece a mesma: o tamanho de 2,40 m ainda é o ideal para a prática dessa modalidade.

6. Existem duas categorias diferentes

No mini handball existem duas categorias diferentes. A primeira delas é a que nós chamamos de “Mini A” e a segunda de “Mini B”.

Na primeira, estão alocados os praticantes que tem 6 e 7 anos de idade. E na segunda categoria, estão os jogadores que estão entre 7 e 10 anos de idade.

Menores de 6 anos não estão dentro do esporte e maiores de 10 anos devem seguir para o handball tradicional para praticar a atividade.

As regras das duas categorias também mudam sensivelmente.

7. A bola do mini-hand é especial

O mini handball é jogado com uma bola especial. Ela é feita com um material mais macio, o que evita acidentes dentro da partida.

A circunferência da bola deve ter de 44 a 48 centímetros. Normalmente, as bolas de circunferência maior são para a categoria B e as menores para a categoria A.

As da categoria A são chamadas de bola tamanho zero e da categoria B de bola tamanho um.

Entretanto, essa não é uma regra absoluta. Uma mesma bola — que esteja dentro dessas características citadas — pode ser utilizada para ambas modalidades.

8. As modificações nas regras são pequenas

Ao longo deste texto nós citamos algumas vezes as variações nas regras, que são destinas para os mais novos.

Saiba que essas modificações são bem simples e também variam de acordo com a categoria do mini handball.

Para a categoria A, por exemplo, é possível ter uma posse de bola de até 5 segundos. Entretanto, para a categoria B, esse tempo é diminuído para apenas 3 segundos — que é a mesma regra do handball tradicional.

Como podemos observar, o mini handball também serve como um “preparo” para as crianças que realmente gostam de praticar o esporte e desejam se tornar cada vez mais competitivos ao longo dos anos.

Inclusive, aqui fica uma excelente brecha para incluir alguns fundamentos do treinamento desportivo para a garotada que tem o sonho de se tornar atleta!

9. Só existem 5 jogadores em cada equipe

Diferente do handball tradicional, no mini-hand só existem 5 jogadores de cada lado. Também não há a inclusão de reservas.

Essas medidas também foram adotadas para facilitar a diversão e garantir que todos tenham o mesmo tempo para jogar. Afinal de contas, os mais novos nem sempre entendem o papel de um suplente, não é verdade?

Lembrando que todos podem se tornar goleiro, desde que seja pedido previamente ao árbitro a mudança durante o jogo.

10. A lista de benefícios é bem longa

Por fim, saiba que o mini handball tem uma longa lista de benefícios. Desde a diminuição da ociosidade dos mais jovens, até o aumento da coordenação motora e da capacidade física, existem excelentes mudanças que podem ocorrer no estilo de vida dos praticantes.

O gradual aumento da dificuldade e a inclusão também ajudam a incentivar o espírito esportivo, o que ajuda a fundamentar alguns valores importantes para o desenvolvimento pessoal.

Quanto mais cedo o esporte for introduzido na população, menores são os riscos de doenças crônicas e de outras condições médicas que podem ser prevenidas com uma atividade física regular.

Cabe principalmente aos profissionais de educação física conscientizar a população dos riscos do sedentarismo e dos benefícios do esporte, que de certo modo, é essencial para cada um de nós.

Também não devemos deixar de mencionar que os professores devem estar atualizados com as novas tendências da profissão que está em constante mudança.

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