Quais os benefícios da natação infantil e como iniciar as crianças no esporte?
Natação

Quais os benefícios da natação infantil e como iniciar as crianças no esporte?

Escrito por Unisport Brasil

A busca pela saúde e qualidade de vida tem feito cada vez mais pais se preocuparem com a introdução de atividades físicas na rotina das crianças. A natação infantil é um esporte muito lembrado na hora da escolha.

Não por acaso, quase todas as crianças gostam de estar na piscina. As brincadeiras na água tornam o esporte atrativo, facilitando a aprendizagem e o treinamento. Além disso, a natação é uma excelente opção, pois proporciona inúmeros benefícios às crianças.

Para que a aula seja mais produtiva, o professor deve conhecer a história do esporte, os benefícios que ele traz para as crianças, quais as formas de introduzir os pequenos na piscina e, principalmente, quais as habilidades que o profissional de Educação Física precisa ter para ser um bom professor.

Quer saber todas essas respostas? Então, continue lendo e descubra tudo neste guia completo sobre a natação infantil!

Como surgiu a natação?

O deslocamento dentro da água é um movimento que acontece desde os primórdios. O ser humano precisava entrar nela para obter alimentos e para fugir de animais selvagens. Sendo assim, podemos dizer que o ato de nadar surgiu de uma necessidade, há muitos e muitos anos.

Não se sabe ao certo em qual período os homens começaram a nadar. Mas há uma crença de que esse hábito tenha surgido a partir das primeiras habitações em regiões com lagos e mares. O registro mais antigo encontrado são as pinturas rupestres, datadas de mais de 7 mil anos atrás.

História

Como vimos, a natação existe há milênios, e era praticada principalmente na Grécia antiga. Assim como todos os esportes, ela passou por diversificações, até chegar na modalidade que é hoje.

Antigamente, o esporte era utilizado na formação de jovens gregos, principalmente, os soldados. Por meio do nado, eles conseguiam melhorar o seu condicionamento físico.

1. Competição

As primeiras provas não oficiais foram disputadas em Londres, no século XIX. Já a primeira competição oficial ocorreu na Austrália, no ano de 1858. Quase 30 anos depois, a natação virou um esporte olímpico, participando das olimpíadas de Atenas em 1896, conhecida como primeira Olimpíada Moderna. Nessa edição, havia três categorias em disputa: 100 metros livres, 500 metros livres e 1.200 metros livres.

Um detalhe importante é que a prova era realizada em águas abertas. Somente na década de 30 é que algumas provas passaram a ser disputadas em piscinas. A competição também era destinada apenas aos homens, sendo que as mulheres tiveram a sua primeira participação apenas nos jogos olímpicos de Estocolmo, em 1912.

2. Natação no Brasil

No Brasil, a natação passou a ser um esporte somente no ano de 1898, quando aconteceu o primeiro campeonato da modalidade, no Clube de Natação do Rio de Janeiro. Na ocasião, a distância da prova foi de 1.500 metros e compreendeu a travessia entre a Fortaleza de Villegaignon e a praia de Santa Luzia.

Essa prova se repetiu até 1912, quando a competição passou a ser maior, saindo da enseada de Botafogo, e contanto com as categorias de 100 metros para os estreantes, 200 metros para os juniores e 600 metros para os seniores.

Estilos

Nos primeiros anos após o surgimento da natação, não havia uma definição de estilos e formas de nadar. Diferentes países adotavam nados que se assemelhavam aos estilos conhecidos atualmente.

A primeira descrição do nado que conhecemos hoje como peito é datada de 1690, e foi feita pelo francês Thevenot. Os ingleses, por sua vez, descreveram um nado muito próximo ao borboleta. O italiano Bernardi foi quem apresentou o nado que mais tarde foi evoluído até chegar ao costas. Por fim, o estilo crawl foi apresentado pelo australiano Richard Cavill.

Confira a seguir como cada um dos estilos é definido atualmente.

1. Nado livre

Nas competições de nado livre, os atletas normalmente nadam crawl, por ser o mais veloz. O nado é caracterizado pela movimentação constante das pernas e dos pés, para cima e para baixo, além da alternância de rotação dos braços. Não é permitido ficar com o corpo totalmente submerso.

2. Nado de costas

O nado costas é o único em que os atletas já partem de dentro da água. Nele, o nadador deve ficar com as costas para o fundo da piscina. Os membros inferiores fazem uma ação de propulsão, com os pés se movimentando para cima e para baixo. Os braços realizam movimentos alternados de rotação para trás.

3. Nado peito

O peito é estilo mais lento. Nele, os braços e as pernas precisam estar em sintonia, realizando movimentos simultâneos. Após o final da braçada, a cabeça deve emergir, ficando alguns segundos fora d’água antes do ciclo reiniciar.

4. Nado borboleta ou golfinho

O nado borboleta é considerado um dos mais difíceis devido à complexidade do seu movimento. O nadador deve rotacionar os braços para a frente, ao mesmo tempo. Enquanto isso, o restante do corpo faz movimentos ondulatórios e com ações simultâneas.

Principais regras

O objetivo das provas de natação é que o atleta consiga completá-la no menor tempo possível. A seguir, separamos as principais regras da modalidade. Confira!

1. Piscina

Em jogos olímpicos, o tamanho padrão da piscina deve ser de 50 metros de comprimento por 25 metros de largura. Já as competições internacionais costumam utilizar as piscinas curtas, com 25 metros de comprimento por 20 metros de largura.

As piscinas devem ser divididas em raias, com marcações flutuantes. A largura da raia varia, sendo 2,5 metros em piscinas olímpicas, e 2 metros nas curtas. O número total de raias deve ser 10, sendo 8 para competidores e mais 2 livres adicionais em cada lado. Além disso, a temperatura da água precisa variar entre 25° e 27° C.

2. Preparação para prova

Antes da prova, todos os competidores devem se posicionar à beira da piscina, nas plataformas. A exceção acontece apenas no estilo costas, em que a saída ocorre dentro da água. Após a preparação dos nadadores, é dada a permissão para que a prova se inicie, por meio de um aviso sonoro. O atleta que queimar a largada pode ser desclassificado da prova.

Após dada a largada, o nadador pode nadar de forma submersa somente nos 15 primeiros metros. Para orientar os competidores, a piscina conta com marcações para indicar a linha de 15 metros.

3. Tipos de provas

As provas de natação podem ser disputadas de forma individual ou em revezamento. Os nadadores de disputas individuais podem competir em estilos variados, sendo eles: costas, peito, borboleta, livre (crawl) e medley. A distância a ser percorrida varia entre 50 e 1.500 metros, podendo ser, além das duas, de 100, 200, 400 e 800 metros.

Nas provas medley, o nadador deve executar os quatro estilos, iniciando pelo nado borboleta, seguido por costas, peito e livre. As distâncias variam entre 200 m (50 m de cada) ou 400 m (100 m de cada).

Já no revezamento, a equipe é composta por 4 competidores. A prova pode ser por meio do formato medley ou o estilo livre. No medley, cada nadador executa um dos estilos, e a sequência é: costas, peito, borboleta e livre.

Quais os benefícios da natação para as crianças?

Além de ser um dos esportes mais completos por utilizar quase todos os músculos do corpo humano, a natação pode ser ainda divertida e atraente para o público infantil. Diversos são os benefícios de iniciar as crianças nessa prática. A seguir, separamos alguns para você conhecer.

1. Melhora a capacidade respiratória

Uma das principais vantagens de introduzir uma criança à natação está relacionada com a melhora da capacidade respiratória, principalmente, para aqueles que são asmáticos ou tem bronquite. 

Quando uma criança se movimenta na água, os seus gestos precisam ser controlados e alinhados à respiração. Além disso, quando os braços se movem, eles mexem a caixa torácica, fortalecendo a musculatura abdominal e favorecendo que a respiração profunda aconteça. 

Outro ponto que ajuda a melhorar a capacidade respiratória na piscina está relacionado à densidade do ambiente aquático, que é muito mais densa que o ar. Isso faz com que a musculatura envolvida na respiração seja mais exigida na natação. Ou seja, para que o corpo consiga se locomover na água, a musculatura respiratória precisa fazer mais força do que na terra.

A consequência desse cenário é que os pulmões têm o trabalho ampliado e os brônquios são dilatados. Todos esses aspectos desencadeiam, finalmente, o aumento da capacidade respiratória.

2. Desenvolve a coordenação motora

A natação infantil ajuda a criança a desenvolver a coordenação motora. Isso é muito importante, pois é nessa fase que o ser humano aprende a maioria dos gestos motores que vai reproduzir ao longo da vida. Quanto maior for essa bagagem, mais vantajoso será para realizar atividades do cotidiano que demandem equilíbrio, coordenação e, principalmente, para praticar algum esporte.

Uma das grandes contribuições da natação no desenvolvimento da criança é que, em meio aquático, os pequenos podem realizar movimentos tridimensionais. Além do mais, eles não sentem o peso da gravidade, não têm barreiras impedindo os movimentos e apresentam um risco muito menor de se machucarem em alguma atividade. A possibilidade de exploração e experimentação, portanto, é maior.

3. Aumenta a resistência física

treinamento regular contribui para o equilíbrio do metabolismo e aumenta a resistência física da criança. Isso é positivo, pois as chances de ela se tornar um adulto sedentário diminuem. Inclusive, aqueles que se encontram acima do peso e, talvez, tenham alguma dificuldade em brincar e acompanhar os amigos podem aumentar a sua resistência física por meio da natação.

4. Estimula um sono mais tranquilo

As atividades aquáticas costumam exigir mais energia do corpo, o que aumenta o cansaço das crianças. Ademais, a água, principalmente se for quente, fornece uma sensação de relaxamento, o que também estimula uma noite de sono mais tranquila.

5. Reforça o apetite

A energia gasta dentro da água precisa ser reposta de alguma maneira, certo? Essa é mais uma das vantagens da natação. As crianças costumam ter fome após a aula. Para os pequenos que não comem muito, esse é um bom momento para repor as vitaminas.

6. Benefícios da natação para a saúde

Mesmo que alguns benefícios da natação não sejam relevantes para a infância, a prática da modalidade nos primeiros anos de vida pode ser um marco para que ela continue sendo realizada na adolescência e na fase adulta.

Caso isso ocorra, essas crianças podem tirar proveitos de muitas vantagens que são atribuídas à natação e usufruídas, mais usualmente, na idade adulta. Veja algumas:

  • aumento da longevidade;
  • melhor postura;
  • melhora do condicionamento físico;
  • controle do colesterol;
  • redução do risco de desenvolver diabetes; 
  • aumento da flexibilidade corporal;
  • redução do risco de desenvolver artrite;
  • desenvolvimento da atividade cardiorrespiratória, fortalecendo o coração;
  • diminuição das alergias por consequência de a piscina ser um ambiente quente e úmido.

Como iniciar as crianças no esporte?

Iniciar as crianças na natação é um tema bastante discutido e complexo. Um bom profissional precisa estar atento a essas informações. Confira a seguir o que separamos para você!

Idade

As opiniões se dividem quando pensamos na melhor idade para que um bebê inicie na natação. Quando a criança ainda não nasceu, ela vive em meio aquático, na barriga da mãe. Não perder a lembrança do ambiente uterino é a justificativa para aqueles que defendem que os bebês podem iniciar aos 3 meses de idade, logo após completar as vacinas.

Apesar disso, é muito difícil encontrar alguma natação que aceite crianças com essa idade, pois os riscos de se contrair alguma doença ou infecção é alto, devido à não formação completa do sistema imunológico.

Divisões das aulas por idade

aula de natação infantil, assim como todos os esportes, não pode ser igual para todas as faixas etárias. Afinal, a criança passa por diferentes fases de aprendizagem. Confira uma boa ideia de divisão em uma escola de natação infantil:

  • 3 meses a 6 anos: ambientação ao meio aquático;
  • 7 a 13 anos: aprendizado das técnicas da natação;
  • acima de 13 anos: participação em equipes e pré-equipes de natação, visando à competição.

Frequência

A frequência recomendada é de 2 a 3 vezes por semana. Quanto menor a criança, menor deve ser o tempo de aula. Para bebês, por exemplo, o indicado é que a duração seja de 30 a, no máximo, 45 minutos. Isso porque o sistema de regulagem de temperatura ainda não está bem formado, e logos períodos de exposição à água podem favorecer a hipotermia.

Técnicas iniciais

natação para crianças não deve ser estimulada de forma competitiva. Além de poder afastar os pequenos das aulas, há uma grande incidência de lesão em crianças que iniciam na natação competitiva antes dos 12 anos.

Portanto, as técnicas iniciais devem esquecer um pouco a competição e o nadar perfeito, e focar mais a aprendizagem e a vivência da criança na piscina. A partir dos 7 anos, é possível começar a adicionar o ensino dos nados. Confira a seguir algumas formas de introduzir a natação na vida de uma criança.

1. Começar na água rasa

As crianças devem conhecer a piscina sempre em um local no qual se sintam seguras. Por isso, não é indicado que se utilize uma piscina com uma grande profundidade. O ideal é que tenha algum ponto da piscina em que a criança consiga ficar em pé, sem que todo o corpo fique submerso.

2. Ensinar o movimento das pernas

A criança está acostumada com um ambiente terrestre, em que suas pernas se movem de determinada maneira, para que ela consiga se deslocar. Na piscina, obviamente, isso muda.

Sendo assim, um dos ensinamentos deve ser focado no movimento das pernas na água. Ao aprender isso, a criança pode se sentir mais segura para realizar as próximas tarefas e conseguir se deslocar dentro da piscina.

3. Treinar a respiração

As brincadeiras são excelentes propostas para treinar a respiração das crianças na piscina. Pedir que façam bolhas em baixo d’água, de forma lenta, média e rápida, pode ser o início do estímulo para que elas passem a mergulhar sem precisar “tapar o nariz”, por exemplo.

Outro tipo de treinamento de respiração é pedir que elas falem palavras embaixo d’água, enquanto os colegas precisam adivinhar que palavras foram ditas.

O ideal é sempre envolver alguma brincadeira de forma lúdica, para que a criança não se sinta pressionada a realizar a tarefa nem com medo. A partir da diversão, naturalmente, ela pode ir encaixando a respiração.

4. Estimular a confiança na criança

A criança pode ter medo da água por diversos motivos: experiências passadas, atitude da família, falta de confiança no professor, pressão dos colegas etc.

O medo não deve ser tratado como algo natural, e o professor precisa saber identificar o motivo. A partir da resolução desse problema, torna-se mais fácil conseguir obter a confiança da criança. Outras formas de estimular a confiança é encorajando, elogiando, repreendendo gentilmente, e brincando amigavelmente.

Quais as habilidades essenciais para um professor de natação infantil?

Diferente dos esportes coletivos, que se assemelham entre si, o ensino da natação requer um pouco mais de atenção do professor. Principalmente, porque as crianças não estão em meio terrestre, ao qual estão acostumadas.

Para auxiliar nas aulas, preparamos este tópico, em que mostraremos as habilidades essenciais de um bom professor de natação. Vamos nessa!

1. Conhecimento técnico do esporte

Em primeiro lugar, o profissional deve ter conhecimento do esporte. Ou seja, o educador físico deve ser capaz de observar uma criança nadando e saber exatamente o que ela está fazendo de certo e errado e, principalmente, o porquê de ela estar executando um gesto de uma maneira não eficiente.

Essa percepção deve acontecer até mesmo nos anos iniciais, em que as crianças têm o primeiro contato com a água e grande parte das aulas partem do princípio da ludicidade e da brincadeira. Isso porque, se a criança automatizar qualquer gesto de forma errada, posteriormente, torna-se muito mais difícil de ela reproduzir de maneira correta.

2. Ser paciente

Trabalhar com crianças é um exercício de paciência, em especial, no meio aquático, em que, muitas vezes, a atenção delas pode se dispersar facilmente devido a diversas possibilidades diferenciadas que a piscina proporciona.

O professor deve ser uma pessoa paciente, que consiga organizar a turma, fazendo a aula fluir com naturalidade. A perda de paciência constante nas aulas pode fazer com que os alunos não se sintam confortáveis e deixem de realizar a prática.

3. Criatividade

A diversificação das aulas é a chave para o sucesso quando se trata de crianças. O professor precisa ser criativo e variar nos exercícios, sem deixar de lado o objetivo de realizar cada atividade.

Uma grande dica é utilizar variações na mesma tarefa. Dessa forma, todos os alunos podem participar, desde os que tem mais dificuldade até os mais experientes. Para conseguir isso, o educador físico tem que estruturar muito bem as aulas e utilizar ao máximo a sua criatividade.

4. Boa comunicação interpessoal

A didática do professor é muito importante na hora de iniciar as crianças no esporte. De nada adianta o educador físico ser o melhor nadador se ele não conseguir ensinar isso aos outros.

O bom professor não é aquele que é o melhor na atividade, mas sim o que consegue fazer com que os alunos entendam e realizem a tarefa da melhor maneira possível. Por isso, a comunicação interpessoal é tão importante.

Quando falamos de criança, essa comunicação deve vir acompanhada do entendimento delas. Ou seja, o professor não deve utilizar termos técnicos a todo momento. O legal seria mesclar esses termos, com palavras e exemplos que façam parte do cotidiano dos pequenos.

5. Afinidade com crianças

Essa dica talvez seja a mais relevante: um professor de natação infantil precisa gostar muito e ter afinidade com as crianças. Todo o esforço pode ser perdido se não houver uma boa sintonia entre alunos e professor.

O educador físico deve gostar de trabalhar com crianças e ficar satisfeito em responder às inúmeras dúvidas que fazem parte do universo dos pequenos. Além disso, ele deve se esforçar para se inserir no mundo infantil, estando por dentro de assuntos relacionados à rotina da criança, como desenhos, músicas e filmes.

6. Estar sempre atualizado

Podemos relacionar a última habilidade a uma tarefa que o professor deve realizar constantemente: a busca pela atualização e o conhecimento. As tecnologias mudam com rapidez, assim como as técnicas de ensino, os objetos disponíveis etc.

Se um professor ministra as mesmas aulas por alguns semestres seguidos, sem nenhuma alteração, com certeza, ele está deixando de acrescentar alguma novidade e melhoria no ensino.

Para aqueles já formados, a melhor forma de conseguir se manter atualizado é por meio de cursos. Atualmente, os cursos online têm sido muito requeridos, já que podem se encaixar nos horários de cada um com facilidade. Sendo assim, procure algum que se encaixe naquilo que você está querendo aprender. Só não vale deixar de buscar conhecimento, certo?

A introdução de modalidades esportivas na infância é de extrema importância para que as crianças possam se tornar adultos saudáveis, com boa capacidade motora e com menos chances de desenvolver doenças crônicas.

A natação infantil, como vimos, é uma excelente opção de modalidade e muito escolhida pelos pais, principalmente, de bebês. Portanto, é uma excelente oportunidade de mercado para todos os educadores físicos.

Devido à complexidade da tarefa, no entanto, é preciso que o professor esteja preparado para ensinar da melhor forma possível na natação infantil. O nosso objetivo ao final deste post é que você, que chegou até aqui, consiga realizar essa missão de ensinar na natação infantil com sucesso!

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2 comentários

  • Obrigado por contribuir conosco (professores), para o desenvolvimento e crescimento dessas crianças, dando a elas uma possibilidade de ter uma qualidade de vida melhor através da natação.

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